Varejo da Paraíba registra 4ª maior taxa de crescimento do País em fevereiro, revela IBGE
Apesar da manutenção da taxa de juro em nível elevado, o varejo da Paraíba registrou a quarta maior taxa de crescimento do volume de vendas do país, revela a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada nesta quarta-feira (15) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A Paraíba apresentou alta de 2,4% no comparativo do mês de fevereiro sobre janeiro no comércio varejista.
De acordo com a pesquisa, os quatro Estados que registraram as maiores taxas no indicador entre as 27 unidades da federação foram Paraná (2,9%), Bahia (2,7%), Minas Gerais (2,5%) e a Paraíba (2,4%), enquanto a média nacional do País registrou crescimento de 0,6%.
Na comparação de fevereiro sobre o mesmo mês do ano passado, a Paraíba teve alta de 2,6% contra 0,2% do País. Segundo a pesquisa, nove unidades da federação registraram queda no volume de vendas do varejo nesse comparativo. No acumulado do primeiro bimestre, o indicador no Estado avançou 2,8% sobre o ano passado.
COMÉRCIO AMPLIADO – No indicador do comércio varejista ampliado –, que inclui atividades de veículos, motos, partes e peças, material de construção e atacado de produtos alimentícios, bebidas e fumo –, a Paraíba apresentou alta de 1,8% no comparativo de fevereiro sobre janeiro, enquanto o País teve alta de 1%.
SEGMENTOS QUE MAIS CRESCERAM – Quatro das oito categorias investigadas apresentaram crescimento das vendas em fevereiro: livros, jornais, revistas e papelaria; o segmento de combustíveis e lubrificantes; de hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo e de artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria. Já as quedas ficaram por conta de equipamentos e material para escritório, informática e comunicação; de outros artigos de uso pessoal e doméstico; de tecidos, vestuário e calçados e de móveis e eletrodomésticos.
O gerente da Pesquisa Mensal do Comércio do IBGE, Cristiano Santos, explicou que o resultado positivo este ano foi incentivado pela “volta do protagonismo de atividades que ofertam produtos básicos do comércio, sobretudo atividades de hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo que tem um peso grande no indicador geral,” comentou.