Pesquisa indica que reação da economia melhorou avaliação do governo Bolsonaro

Pesquisa indica que reação da economia melhorou avaliação do governo Bolsonaro

Um levantamento realizado pelo Datafolha indica que a avaliação do governo Bolsonaro melhorou de forma significativa quando o assunto é economia. Segundo a pesquisa, a taxa de aprovação da equipe econômica aumentou de 20% para 25%, uma das únicas variações positivas registradas fora da margem de erro, que é dois pontos percentuais para mais ou para menos. As informações são da Folha de S.Paulo.

Houve também um aumento na aprovação do trabalho liderado por Paulo Guedes referente ao combate ao desemprego, saltando de 13% para 16%. 

Também foi registrado pelo Datafolha que 43% dos entrevistados voltaram a observar a situação econômica com otimismo - em pesquisa realizada em agosto, esse mesmo índice era de 40%.

O otimismo com a economia é maior entre os mais ricos, assim como os índices de popularidade do governo. Mesmo com esse crescimento, 55% acreditam que a crise que o Brasil atravessa ainda demora a acabar e o país não voltará a crescer com força tão cedo.

Este resultado positivo em relação a economia ajudou a diminuir a perda de popularidade sofrida pelo governo Jair Bolsonaro. A taxa de reprovação, que tinha crescido de 30% para 38% nos primeiros oito meses depois da posse, variou negativamente para 36%, oscilação dentro da margem de erro.
Mesmo assim, o presidente ainda tem um alto índice de desaprovação: 32% acham que ele será ruim ou péssimo, enquanto 22% avaliam seu futuro desempenho como regular. Segundo o levantamento, 43% acham que seu governo será ótimo ou bom daqui pra frente. No início do ano, o índice de aprovação era de 59%.

Em relação ao combate à corrupção, a taxa de aprovação diminuiu: de 34%, foi para 29%. A reprovação ao governo nessa área também oscilou, mas positivamente, indo de 44% para 50%.

A aprovação do trabalho do governo em relação à cultura também caiu, indo de 31% para 28%. Aqueles que avaliam como ruim ou péssimo oscilaram de 33% para 34%, e os que consideram regular, de 32$ para 34%, ambas as avaliações dentro da margem de erro.

Para essa pesquisa, o Datafolha ouviu 2.948 pessoas em 176 municípios do país na última quinta-feira, 5, e sexta-feira, 6. As entrevistas foram realizadas pessoalmente, em locais de grande circulação.

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