Pedro Cunha Lima indica que "não sendo candidato ao governo da Paraíba", não deve participar das eleições 2026

O presidente estadual do PSD, Pedro Cunha Lima, afirmou que não pretende disputar nenhum cargo nas eleições, caso não seja candidato ao Governo da Paraíba. A declaração foi feita nesta quinta-feira (27), durante entrevista à Rádio Liga FM. Segundo ele, a prioridade, caso não encabece a chapa majoritária, será contribuir politicamente como militante e retomar a carreira acadêmica.

“Eu não sendo candidato ao governo, eu não devo participar da disputa como candidato. Quero participar como militante, quero somar ao processo, mas passada a eleição, vou buscar essa oportunidade de fazer o segundo mestrado em políticas públicas”, disse.

Com a crescente especulação de que poderia compor uma chapa como vice, Pedro foi enfático ao dizer que não pretende concorrer a nenhum outro cargo.

“O desejo pessoal é não disputar nenhum cargo se não for o de governador. Como existe tanta especulação sobre o espaço que devo concorrer, eu quero revelar pela primeira vez essa tendência, que é o que meu coração pede e o que tenho retido e amadurecido. ”

Ele também destacou que tem interesse pessoal em continuar sua trajetória no ambiente acadêmico. Segundo Pedro, voltar a dar aulas reacendeu um antigo sonho.

“Sempre tive esse sonho antigo de estar na academia. Voltei a dar aula e me realizo na sala de aula. ”

Questionado sobre a interferência do seu projeto pessoal nas decisões do grupo político, o presidente do PSD armou que está disposto a contribuir, mas ponderou que cada um também precisa considerar suas próprias circunstâncias.

“Eu escuto o grupo e vou contribuir com o grupo. Tenho feito gestos nas mais variadas direções para que se tenha um movimento coletivo. Agora, cada um também lida com suas próprias circunstâncias. ”, finalizou.

Pedro Cunha Lima tem sido citado em articulações políticas para as eleições estaduais de 2026, especialmente pelo seu potencial eleitoral e liderança dentro do PSD. No entanto, ele indica que a decisão final poderá passar mais pela realização pessoal do que apenas por cálculo político.

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