Órgãos emitem nota e CRM cobra providências do Governo do Estado

Órgãos emitem nota e CRM cobra providências do Governo do Estado

Órgãos estão se posicionando, contrariamente, à decisão publicada pelo Governo do Estado da Paraíba. É que foi assinado um decreto pelo governador do Estado, João Azevedo (Cidadana), em que exige um “isolamento social rígido” por 14 dias, a contar a partir do dia 1º de junho. 

No decreto, ainda, é descrito que ficam condicionadas essas restrições, os seguintes municípios: João Pessoa, Cabedelo, Conde, Bayeux, Santa Rita, Caaporã, Alhandra e Pitimbu. 

Insatisfeito, o Sindicato da Indústria da Construção Civil de João Pessoa (Sinduscon-JP) emitiu uma nota de repúdio, classificando como intolerante, a maneira como o Governo Estadual e a Prefeitura de João Pessoa estão se comportando. Na nota, eles também destacam que tal postura nunca antes foi adotada. 

Outro órgão que também se posicionou foi o Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do Estado da Paraíba (Sindipetro/PB), cuja entidade é representante dos revendedores de derivados do petróleo e produtos/serviços congêneres. Os dados indicam que, em conjunto, concretizam aproximadamente 30% da arrecadação do ICMS do Estado da Paraíba e geram um expressivo número de empregos.

Na visão do Sindipietro/PB, é compreensível a adoção de medidas restritas, desde que sejam responsáveis e planejadas, “[...] eficientes e direcionadas a ofertar condições mínimas ao reestabelecimento do convívio social e o indispensável desenvolvimento das atividades econômicas”, concluiu a nota. 

Por fim, o Conselho Regional de Medicina da Paraíba (CRM-PB), além de se posicionar perante ao cenário da pandemia, revelando o trabalho exercido por uma equipe de profissionais da saúde, cobrou providências do Estado.  
“O CRM-PB tem solicitado providências e informações claras dos gestores públicos desde o início da pandemia, já tendo realizado reuniões com o governador do Estado, secretários estadual e municipais de Saúde, além dos diretores dos hospitais. Estamos em isolamento social há mais de 60 dias, o que foi um tempo suficiente para que o poder público tomasse as providências necessárias. Mas estamos vendo um número crescente de casos e internações de UTI, chegando perto do colapso do sistema de saúde”, destacou o presidente do CRM-PB, Roberto Magliano de Morais.

Resumo PB com Sinduscon, Sindipetro e CRM

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