João Azevêdo poderia ter ido pra cama sem essa

João Azevêdo poderia ter ido pra cama sem essa

Ainda existe JUDICIÁRIO na Paraíba, para garantir os direitos constitucionais, fazer valer as obrigações do Governo, além de não permitir o autoritarismo e o abuso de poder.


O governador da Paraíba pode aproveitar essa noite de quarta-feira e madrugada de quinta-feira, para uma meditação budista e uma grande reflexão.


Sei que dormir não deverá ser fácil. Principalmente, após a sentença proferida pelo juiz da 3a Vara da Fazenda Pública da Capital, em que nega ao Estado da Paraíba a possibilidade de se apropriar dos bens e dos hospitais privados, caso o Governo não consiga dar conta dos problemas de saúde pública gerados pelo Coronavírus.


O judiciário paraibano mostra que deve jogar cada vez mais duro, contra ações de (DES)governo desta natureza, arbitrárias e autoritárias, adotadas pelo executivo estadual.


A ação contra o Governo de João Azevêdo foi movida pela Unimed João Pessoa, por considerar o decreto do governador abusivo e invasivo.


Na cabeça deles, seria tudo com uma só canetada. Era somente se apropriar dos equipamentos e das instalações de empresas privadas, para resolver os problemas públicos, que eles não têm competência de realizar, apesar de estarem torrando milhões do dinheiro público e do orçamento do Estado.


A sentença do magistrado é clara: não pode o Estada da Paraíba querer se apropriar dos bens de entidades privadas, em busca de solucionar problemas que são totalmente da sua competência e responsabilidade.


São deveres CONSTITUCIONAIS.


Ou seja, o governador tem que cumprir pelo menos o mínimo, daquilo que ele se propôs em campanha eleitoral.


A verdade é que o Governo parece estar sem o devido controle das coisas. Joao Azevêdo está sendo GOVERNADO e não tem mais liderança sobre o Estado, já há bastante tempo.


Nesse momento fica cada vez mais claro do quanto faz falta na Paraíba os recursos milionários que foram desviados dos cofres públicos, com tantos escândalos e tanta corrupção, principalmente envolvendo ‘ORGANIZAÇÕES SOCIAIS’.

Opinião - Milton Figueirêdo


CLIQUE E VEJA A DECISÃO: Tribunal de Justiça da Paraíba

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