Edvaldo Rosas chama de “golpe” a formação de comissão provisória no PSB

Edvaldo Rosas chama de “golpe” a formação de comissão provisória no PSB

Eleito para comandar o Diretório Estadual do PSB até outubro do ano que vem, o secretário-chefe de Governo, Edvaldo Rosas, classificou de -golpe- a destituição dele do comando da sigla. A reação ocorreu logo após a Executiva Nacional do partido confirmar a entrega do comando da agremiação, no Estado, ao ex-governador Ricardo Coutinho. Os desentendimentos internos no partido ganharam destaque desde o dia 16 de agosto, quando foi anunciada a -autodissolução- do Diretório Estadual.

Para Rosas, a decisão -rasgou a democracia no PSB-. E ele acrescenta: -não seremos parte dessa história negativa do PSB na Paraíba-, destacou, garantindo que o grupo liderado pelo governador João Azevêdo ficará de fora da comissão classificada por ele como -interventora-. O secretário admitiu que a fragilidade interna do partido tem trazido preocupação em relação às eleições do ano que vem. -Vamos reunir as lideranças e fazer uma avaliação do projeto 2020-, acrescentou.

Além de Ricardo Coutinho como presidente e João Azevêdo como vice, a Comissão Executiva Nacional do PSB definiu para o colegiado a participação de Veneziano Vital do Rêgo (secretário-geral), Márcia Lucena (primeiro-secretário), Fábio Maia (secretário de Finanças), Valquíria de Sousa (secretária especial) e Edvaldo Rosas (secretário especial). A comissão terá prazo de 120 dias até a realização de eleições para a escolha do diretório definitivo.

-A decisão dada pela Executiva Nacional é uma solução pela unidade do partido, em reconhecimento ao prestígio das duas principais lideranças do PSB no Estado-, afirma o presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira.
 
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