Apresentadora com coronavírus ignora quarentena e causa pânico em condomínio de SP

Apresentadora com coronavírus ignora quarentena e causa pânico em condomínio de SP

Moradores de um condomínio de luxo no interior de São Paulo se revoltaram e tentaram confinar “na marra” uma de suas proprietárias mais ilustres: Mariana Ferrão, ex-apresentadora do “Bem-Estar”, da Globo.



O motivo: depois de admitir publicamente na semana passada ter contraído coronavirus, Mariana viajou na sequência para esse condomínio, situado no interior de São Paulo.



A chegada da apresentadora ao local causou pânico imediato no “grupo de whatsapp” de moradores do condomínio.




A situação piorou depois que alguns deles viram a jornalista dando uma caminhada pelo local.





Revoltados, os moradores acionaram a segurança do local para abordar e mandar Mariana ficar em “confinamento”.




Uma notificação foi enviada a ela, pedindo que respeitasse seu estado, o momento e que não saísse mais de casa até estar curada.





O nível de pânico dos condôminos cresceu ao ponto de solicitarem que a administração escalasse um segurança, com moto, para ficar diante da casa da jornalista.




Outro lado




Em contato com esta coluna nesta quarta-feira (25), Mariana confirmou que de fato saiu uma vez em passeio pelas ruas de condomínio.




Ela disse, no entanto, que até então não havia nenhuma recomendação proibindo caminhadas ao ar livre. Afirmou ainda que não se aproximou de ninguém e tampouco encostou em nenhum local da área comum.





Ela diz que até quando foi abordada por um segurança do local, permaneceu à distância. Segundo ela, o segurança pediu que ela voltasse para casa porque “os ânimos (dos demais moradores) estavam acirrados”.




Mariana, 41 anos, decidiu deixar o local e já voltou para São Paulo.




“Eu trabalho com área de saúde, jamais colocaria a vida das pessoas em risco”, disse.




Segundo documento sigiloso da Abin (Agência Brasileira de Inteligência), no Brasil podem morrer mais de 5000 pessoas e haver mais de 200 mil infectados até o dia 6 de abril. O documento foi obtido pelo site “The Intercept”.


Polêmica Paraíba

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