Alvo da PF, Sara Winter ameaça “infernizar” a vida de Alexandre de Moraes



Alexandre de Moraes. Num vídeo postado em sua rede social e que passou a ser compartilhado por simpatizantes, a porta-voz do grupo intitulado “300 de Brasília”, chama o ministro de “filha da puta”.



Ela anuncia que vai levantar toda a vida do magistrado, como endereços, assim como dos seus empregados domésticos, e que “nunca mais” o ministro “vai ter paz”. Veja o vídeo logo abaixo. Ela também foi alvo de buscas autorizadas pelo ministro Moraes.




Há pouco, elas afirmou que foi com “meus advogados” na sede da Polícia Federal, em Brasília. “Pasmem, meus bens apreendidos ilegalmente estão em posse do STF”. Diz também que perdeu “o meu apoia-se após fundar o movimento pela governabilidade. Perdi meu celular, perdi meu notebook, que era meu instrumento de trabalho, perdi o tablet do meu filho, que é o pior pra mim. Enfim, sinto-me como se estivesse sendo literalmente assaltada pelo Estado”.




O vídeo foi postado assim que foi divulgada a operação realizada nesta manhã, quando foram cumpridos 29 mandados de busca e apreensão contra figuras proeminentes da direita e de seus divulgadores. No inquérito aberto pelo próprio STF, são investigados os autores de fake news, os supostos financiadores desses grupos e as ameaças aos ministros da Corte.



Sara Geromini é chamada de Sara Winter e tem se notabilizado por falar em nome do grupo que montou um acampamento próximo ao Ministério da Justiça e da Segurança Pública na Esplanada dos Ministérios, em Brasília. O Ministério Público do Distrito Federal pediu que o acantonamento fosse removido, mas a justiça negou.




Ela concedeu uma entrevista à BBC News, reproduzida pelo Misto Brasília. Nesta entrevista, ela deu a seguinte declaração: “Em nosso grupo, existem membros que são CACs (sigla para Colecionador, Atirador e Caçador), outros que possuem armas devidamente registradas nos órgãos competentes. Essas armas servem para a proteção dos próprios membros do acampamento e nada têm a ver com nossa militância”.


Polêmica Paraíba

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