Paraibano está no epicentro de um escândalo do roubo de peças de Picasso

Paraibano está no epicentro de um escândalo do roubo de peças de Picasso

Um paraibano radicado em Paris, há 35 anos, está no epicenteo de um dos maiores escândalos de roubo de obras de Picasso, algo avaliado em R$ 100 milhões. Flávio Capitulino, um dos mais celebrados restauradores do mundo, é personagem (do bem) do caso, por ter restaurado duas das telas de Picasso, que a Polícia suspeita terem sido roubadas de um acervo da enteada do pintor.

Capitulino já foi ouvido várias vezes na condição de testemunha e não tem dúvida que os quadros foram roubados da enteada de Picasso pelo empresário Olivier Thomas, que repassou as telas para o colecionador russo Dimitri Rybolovlev. Dimitri é o proprietário do clube de futebol Mônaco, um dos maiores da França.

Mansão em Campina – Natural de Sousa, Capitulino decidiu, há dois anos, construir uma mansão em pleno bairro do Pedregal em Campina Grande. A construção conta até com heliponto para pousar a aeronave do restaurador, avaliado em mais de R$ 3 milhões.

Faxina – Quando deixou a Paraíba e foi morar em Paris no ano de 1982, Capitulino chegou fazer faxina, cuidar de bebês e dançar lambada com boneca de pano na porta do Beaubourg, o principal centro cultural francês, para ganhar a vida. Levava US$ 50 e não sabia pedir um copo d’água em francês. Hoje, é um milionário das artes.

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